O trac é uma ferramenta open source com interface Web desenvolvida para auxiliar o controle de mudanças em projetos de desenvolvimento de software. Foi desenvolvido na linguagem de programação Python e disponibilizado na licença GPL (General public license). Entre os varios recursos o Trac oferece:
- Controle de mudanças;
- Wiki para documentação colaborativa;
- Integração com o SVN ou subversion (para controle de versão de softwares);
O controle de mudanças é feito através do elemento chamado Ticket que pode conter sugestões para melhorias e relato de bugs, sendo util para o aprimoramento do projeto. O acompanhamento da evolução do projeto pode ser feito através do acompanhamento do estado dos tickets e através de milestones, que são pontos de checagem ou marcos de desenvolvimento definidos no projeto.
O Wiki é um elemento de documentação colaborativa que tem como função criar uma visão mais ampla a respeito do projeto para todos os seus colaboradores.
Para saber mais: http://trac.edgewall.org/ Pagina com toda a documentação referente ao trac.
A Unisystem tecnologia tem um novo site para divulgação de suas soluções em software!
http://www.unisystem.biz/site3/pagina.php?pagina=home
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Comandos para descompactar alguns tipos de arquivos no linux:
zip:
$gunzip nomeArquivo
tar:
$gzip nomeArquivo
tar.gz:
$tar -vzxf nomeArquivo
tar.bz2:
$tar -vxjpf nomeArquivo
Para mais informações sobre os comandos consulte o MANual:
$man tar
$man gzip
Se você é iniciante no linux, nesse site tem dicas de como e onde digitar os comandos: http://www.infowester.com/comandoslinux.php

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Após verificar informações referente a experiências nos processos de homologação de aplicativos em relação ao TEF, consegui apenas informações referentes 3 à 4 anos atrás em alguns fóruns de discussão.
Então, resolvi relatar minha experiência durante esse processo, ocorrida na última semana de maio/2008, contudo as regras básicas para o processo de homologação continuam os mesmos, e os segredos também, existem algumas pequenas mudanças, nada que não se resolva...
Meu processo de homologação foi agendado para a Software Express. Verifiquei com o pessoal da própria Software Express os hotéis por perto, me foram indicados o Íbis que fica na Paulista e o Fórmula 1 que fica a duas quadras da Software Express na Consolação.
Como dito anteriormente as regras básicas para o processo continuam os mesmos, então enquanto estiverem realizando o ChekList façam-no com muito cuidado e atenção aos detalhes, pois ele é o segredo para se obter sucesso durante o roteiro de testes, caso existam dúvidas durante o processo liguem mesmo pro pessoal do suporte, para não serem pegos de surpresa.
A parte da manhã, na maioria das vezes é utilizada para ser repassado o ChecklList, juntamente com o pessoal da homologação, depois do almoço faz-se o roteiro, contudo como não ocorreu nenhum problema durante o CheckList foi possível também realizar os testes do roteiro no caso da Redecad/Tecban, os da Visa/Amex são extensos, esses não tiveram como.
Fui homologar utilizando uma impressora Bematech MP 3000 e por ela ser muito ágil, não tive problemas com o tempo, como relatado acima.
Agora os testes de desligamentos são cruéis, não pela automação, mas sim pelo equipamento, meu pc que o diga, cheguei a pensar que ele me deixaria na mão, mas com paciência ele voltava, para ser desligado mais uma vez.
Outro teste que se deve ficar muito atento é verificar se a automação está tratando corretamente o foco, se o mesmo não se perde durante os processos, são bastante rigorosos em relação a isto. Alem, é claro, os tratamento com os arquivos de requisição e respostas (Intpos.001), básicos.
Não sei a partir de quando começaram a utilizar modems próprios, mas o pessoal da Visa já disponibilizam um modem externo para a realização do roteiro de testes, facilitando assim o transporte de equipamentos de quem não reside próximo a São Paulo, como é o meu caso. Um notebook já resolve o problema, caso tua impressora se comunique por usb ou caso o notebook em questão, tenha uma porta serial.
Outra coisa que percebi foi em relação ao módulo de testes que a Visa utilizou (Plug&Pay) e algumas características que até então não existem no material de desenvolvimento disponibilizado, então desconhecidas por mim .
Existe a possibilidade de ser realizado um saque com o cartão de débito diretamente no módulo (Plug&Pay), onde a automação deve informar no cupom fiscal e fazer o tratamento como troco, ex:
------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Arquivo de solicitação da compra Arquivo de resposta 000-000 = CRT 000-000 = CRT 001-000 = 1 001-000 = 1 002-000 = 123456 002-000 = 123456 003-000 = 15000 003-000 = 20000 //valor <> informado 999-999 = 0 ... 999-999 = 0 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------ CUPOM FISCAL ITEM CODIGO DESCRICAO VALOR (R$) 001 001 Produto Teste 150,00 TOTAL R$ 150,00 Cartão 200,00 Troco 50,00 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Bom, gostaria de passar estas pequenas dicas para o pessoal para que não cheguem tão cru no dia da homologação como eu...
Em caso de dúvidas o verifiquem com o pessoal do suporte...
SevenPdv
E-mail: constec@sevenpdv.com.br
(0xx11) 3549-6700
Software Express
E-mail: tef.discado@softwareexpress.com.br
(0xx11) 3170-5353
Boa Sorte...
A tributação em nosso pais é umas das mais complexas do mundo, com um monte de regras e calculos.
Ai vai uma dica de como descobrir a rudução da base de calculo do ICMS.
Basta dividir o percentual do icms reduzido pelo percentual do icms normal.
Icms normal = 17%
icms reduzido = 12%
(12 / 17) * 100 = 70.588235%
70.588235% é quanto do total da base de calculo é tributado logo 29.41177% e o percentual da redução da base de calculo.
assim temos:
(1500,00 * 70,588) / 100 = 1058,8235
(1058,8235 * 17) / 100 = 180,00 que seria o mesmo que aplicarmos o percentual do icms reduzido sobre toda a base de calculo (1500,00 * 12) / 100 = 180,00
espero que ajude.
Bematech na Mídia
Do Brasil para o mundo.
O mercado brasileiro de automação comercial tem sua particularidade. Por conta do complicado sistema tributário que impera até hoje e também pela reserva de mercado que vigorou até o início dos anos 90, as empresas nacionais reinam absolutas neste setor e desenvolveram tecnologias próprias...
Pão de Açúcar tem loja high - tech.
Apesar de estarmos engatinhando no uso desta tecnologia, temos bons cases a apresentar, principalmente na rede varejista. O Pão de Açúcar, por exemplo, inaugurou no final do ano passado, no Shopping Iguatemi, uma loja conceito de 940 m² de área de vendas, que demandou R$ 8 milhões em investimentos, segundo José Roberto Tambasco, diretor executivo da rede...
Pequeno mas eficiente.
A Bematech lançou recentemente as soluções BVT Light, que funcionam como caixa registradora modular. Esta solução é composta pelos microterminais Smart Box 2011, 2030E e 3010 – CPUs especialmente voltadas ao varejo –, mais display de cliente e impressora de cupons, para facilitar o dia-a-dia de pequenos varejistas que pretendem automatizar seus pontos de venda, com baixo investimento...
Uso de cheque ainda é grande no comércio.
Com o fim da CMPF, é mais barato para o lojista receber em cheque do que no cartão de debito ou crédito, diz Claudenir Andrade, gerente de integração e desenvolvimento da Urmet Daruma. "Temos observado um movimento muito alto de incentivo ao uso do cheque, principalmente em supermercados de médio porte, já que este meio de pagamento é mais flexível e barato para o lojista" observa...
POS e PinPad dão mobilidade ao negócio.
Em muitos lugares, ao chamar o garçom para pagar sua conta, repare que ele traz uma máquina até sua mesa, para passar seu cartão de débito ou crédito. Claro que o cupom fiscal raramente vem! Esse equipamento chama-se POS (point of sales), responsável pela comunicação entre o estabelecimento e a administradora de cartão de crédito. Feito esse contato, a transação financeira é realizada e, em seguida, o POS emite o seu comprovante do cartão...


Síndrome de Visão de Computador resseca a vista e é evitada com descanso periódico do trabalho.
Cada vez mais comum entre usuários de computador, o cansaço visual depois de um tempo prolongado na frente do monitor já é chamado de Síndrome de Visão de Computador, ou CVS, (sigla em inglês).
Oftalmologistas garantem que a radiação emitida pelo computador não causa lesões físicas aos olhos, mas provoca efeitos temporários como olhos vermelhos e lacrimejantes, ardor, sensibilidade à luz, sensação de peso das pálpebras ou da fronte e dificuldade para atingir o foco.
Uma dos motivos do problema é o esforço para reconhecer as até 16 milhões de cores emitidas pelo computador e a redução do número de vezes que a pessoa pisca quando está utilizando o micro. Estima-se que o piscar diminua até cinco vezes.
- O movimento é fundamental, pois troca o filme lacrimal, película de lágrima que fica sobre a córnea e que é responsável pela manutenção da umidade e perfeição da superfície, indispensáveis para uma boa visão.
O ideal são pausas de pelo menos 10 minutos a cada hora - sugere o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto.
Ele ressalta que, em casos extremos, a redução da lágrima pode lesar a córnea, especialmente entre usuários de lentes de contato e em ambientes refrigerados.